Urgente: Armadilha do Recadastramento de Armas

Abril 19th, 2007

O Governo do PT está iniciando uma campanha para o recadastramento de todas as armas de fogo já registradas em poder da população.

Como não conseguiram aprovar o desarmamento da população ordeira no Referendo de 2005, o governo comunista do PT de Lula quer inviabilizar a posse de armas para o cidadão honesto com a criação de um imposto absurdo e incostitucional no valor de R$ 540,00 por cada arma que ele possuir. São 300 reais para a taxa de registro, 200 reais pelo exame psicológico e mais 40 reais para a munição gasta na prova de tiro prático. E isso não é tudo; o recadastramento deverá ser refeito a cada três anos, tornando financeiramente inviável possuir armas registradas.

Trata-se de outro artifício do PT para desarmar a população ordeira, a fim de impedir qualquer reação ao seu projeto em andamento de tomada total do poder e perpetuação de seu regime comunista no Brasil. A mesma medida foi tomada por Hugo Chavez na Venezuela. A aproximação de Lula com Chavez não é mera coincidência: só não vê quem não quer ver!

Mas o povo brasileiro pode, mais uma vez, demonstrar sua força. Tal como disse NÃO ao desarmamento com 64,39% dos votos, agora é a hora de dizer NÃO a esse recadastramento criminoso e ilegal. E o que fazer? Nada! Basta apenas não fazer nada. Simplesmente não recadastre suas armas. Observe que, em todos os registros antigos de suas armas de fogo, está escrito claramente: VALIDADE PERMANENTE.

Quanto às ameaças do governo petista de prisão de quatro anos inafiançável para quem não fizer o recadastramento, trata-se de pura balela. Nenhum Juíz vai sentenciar um cidadão inocente, sem antecedentes criminais, trabalhador, honesto, ordeiro e que não fez absolutamente nada, a quatro anos de prisão simplesmente por possuir uma arma que é legalmente sua! (Além do mais, se ninguém cumprir essa lei boçal, não haverá cadeia para todos. Logo, vamos partir para a DESOBEDIÊNCIA CIVIL. OJBR)

Seja politizado e exerça sua cidadania. Repasse esta mensagem para o maior número de pessoas possível: RECADASTRAMENTO NÃO!

Disque "Diogo" para fazer lobby

Abril 19th, 2007

Disque "Diogo" para fazer lobby A mulher de Franklin Martins me telefonou. Eram 10 da noite. Falamos por mais de uma hora. Muito educadamente, ela me apresentou seu curriculum vitae e perguntou que cargo eu autorizaria que ela ocupasse a partir de agora, com a ida de Franklin Martins para o ministério de Lula.

Ninguém mais quer derrubar o Lula. Eu quero. Eu o derrubaria todas as semanas. Em vez de perder tempo comigo, leia atentamente a reportagem sobre Jader Barbalho. Se dependesse de mim, o caso derrubaria o presidente agora mesmo. O que falta para pedir a abertura de uma CPI da Bandeirantes? O que falta para responsabilizar Lula pelo rolo de 80 milhões de reais?

Deve ser bom derrubar um presidente. Deve ser bom derrubar qualquer político. Apesar de meu fervor golpista, só tenho o poder de nomeá-los. Eu nomeei Franklin Martins. Ele virou ministro porque foi afastado da Rede Globo. E ele foi afastado da Rede Globo porque mostrei que sua mulher era assistente parlamentar do então líder do governo no Senado, Aloizio Mercadante.

Outro dia a mulher de Franklin Martins me telefonou. Eram 10 da noite. Falamos por mais de uma hora. Muito educadamente, ela me apresentou seu curriculum vitae e perguntou que cargo eu autorizaria que ela ocupasse a partir de agora, com a ida de Franklin Martins para o ministério de Lula. Respondi que ela poderia ocupar qualquer cargo no funcionalismo público, menos um cargo comissionado, como o que tinha no gabinete de Aloizio Mercadante. Ela achou ruim. Muito ruim. Para lá de ruim. Ponderou que, sem um cargo de comando, à altura de sua capacidade profissional, acabaria limpando as botas dos apadrinhados dos políticos. Repliquei que ela teria de se contentar em limpar as botas dos apadrinhados dos políticos enquanto seu marido fosse ministro. É isso: sou um fracasso na hora de derrubar o presidente, mas posso decidir o emprego do ministro e da mulher do ministro. Já tenho um futuro como lobista. No melhor dos casos, serei parceiro de Lulinha. No pior, de Vavá, o irmão de Lula.

A popularidade de Lula impediu até hoje que ele fosse derrubado. Eu refletia a respeito do assunto enquanto lia Os Homens que Mataram o Facínora, livro que narra a história dos soldados que perseguiram, assassinaram e degolaram Lampião. O fato de refletir a respeito de Lula durante a leitura de um ensaio sobre cangaceiros pode indicar uma certa obsessão de minha parte. É verdade. Ocupei-me de Lula por tanto tempo que o caso já se tornou patológico. Vejo sua imagem estampada em todos os lugares. Vejo-a na mancha de café do sofá da sala. Vejo-a no bolor do queijo parmesão. Vejo-a na marca de suor da camisa do porteiro. É meu sudário blasfemo.

Sociedades arcaicas tendem a cultuar o banditismo. Foi assim na Inglaterra do século XIV. Foi assim na Itália do século XVI. A gente ainda está estacionado nessa fase. Por isso os cangaceiros entraram para o imaginário nordestino. Por isso Lula foi reeleito. Mas um dia tudo muda. Como eu sei? A marca de suor na camisa do porteiro mostrava uma cabeça degolada.

Diogo Mainardi

Livro Secreto do Exército é Revelado

Abril 19th, 2007

Livro secreto do Exército é revelado

Reportagem do Correio/Estado de Minas obtém cópia da obra sigilosa que a Força produziu há 19 anos para contar sua versão da luta armada: 1,7 mil pessoas são citadas

1) Trechos do livro foram copiados de documentos secretos do próprio Exército. Um caso concreto: nas páginas 721 e 722, está escrito: “A localidade de Santa Cruz, por exemplo, dista 600 km da sede do município, em Conceição do Araguaia, e a única ligação existente entre elas é o rio, demorando a viagem entre uma localidade e outra uma média de 5 dias”. Texto praticamente idêntico aparece em documento do Exército de 30 de outubro de 1972, classificado como secreto: “(…) A localidade de Santa Cruz dista 600 km da sede do município em Conceição do Araguaia e a viagem pelo rio, único meio de ligação, demora da ordem (sic) de 5 dias”.

2) Outros trechos do livro — como o relato do seqüestro do embaixador alemão Ehrenfried von Holleben, em 1970 — são cópias ou adaptações de textos publicados no site do grupo do Ternuma (www.ternuma.com.br), guardião da obra.

3) Consultadas pelo Correio/Estado de Minas, pessoas citadas no livro — entre elas Cid Queiroz Benjamim e Maurício Paiva, que participaram da luta armada — apontam erros e manipulações na obra, mas confirmam a veracidade de inúmeros detalhes, que ainda não são de conhecimento público.

4) Um oficial do Exército que possui um exemplar do livro confirmou que a cópia em poder da reportagem é autêntica.
Durante dois meses, o Correio/Estado de Minas confrontou o conteúdo do livro secreto do Exército com outras 12 obras de referência histórica e com dezenas de documentos das Forças Armadas. Também entrevistou 32 pessoas envolvidas direta ou indiretamente com os fatos narrados. O resultado do trabalho começa a ser publicado a partir de hoje numa série de reportagens especiais. O Livro negro do terrorismo no Brasil agora faz parte da história.

Cronologia do projeto Orvil

1985

José Sarney toma posse na Presidência, pondo fim a 21 anos de ditadura militar. No mesmo ano, a Arquidiocese de São Paulo lança o livro Brasil: nunca mais, com relatos de tortura e assassinato de presos políticos ocorridos durante a ditadura.

1986

Para responder ao Brasil: nunca mais, o ministro Leônidas Pires (Exército) manda o serviço secreto da Força produzir um livro com a versão dos militares para a luta armada. Inicia-se assim o Projeto Orvil (a palavra livro ao contrário).

1988

O livro do Exército fica pronto e é batizado com o título As tentativas de tomada do poder. Leônidas (foto), contudo, volta atrás e decide não publicá-lo. O documento então passa a circular entre militares da reserva rebatizado de Livro negro do terrorismo no Brasil.

2000

Integrantes do grupo de extrema direita Terrorismo Nunca Mais (Ternuma), que reúne militares e civis, têm acesso ao livro e colocam na internet cerca de 40 páginas da obra. Não informam, porém, a origem dos textos.

2007

O Correio/Estado de Minas obtém uma cópia do livro. Com 966 páginas, o documento cita mais de 1,7 mil pessoas ligadas a organizações de esquerda, muitas delas ainda em atividade.

Com 51 páginas, dedicadas a ele, o campeão de citações no livro secreto é Carlos Lamarca, o capitão do Exército que desertou em 1969 para tentar fazer a revolução socialista no Brasil.

Em segundo lugar, com 41 páginas, vem Carlos Marighella, o veterano comunista que, no final da década de 1960, se tornou ícone da guerrilha urbana no país.

Livro era uma arma, diz general

Leônidas Pires Gonçalves, que mandou fazer o “livro negro” quando comandou o Exército, afirma que a obra foi engavetada em 1988 para ser usada, no futuro, em caso de “necessidade” dos militares

“Eu disse ao (José) Sarney: ‘Eu fiz esse livro. É uma arma que eu tenho na mão’.” Às vésperas de completar 86 anos, saudável e com a memória preservada, o general da reserva Leônidas Pires Gonçalves relembra, em entrevista ao Correio/Estado de Minas, o dia em que, na condição de ministro do Exército, se reuniu com o presidente da República para discutir o que fazer com a versão oficial dos militares para a luta armada que o serviço secreto do Exército acabara de concluir. “Falei para o Sarney que não ia publicar o livro. Para que criar um problema que não existe?”, recorda Leônidas. “Esse livro”, concluiu o general na conversa com o presidente, “fica como um documento, que nós (militares) podemos ter a necessidade (de divulgar) no futuro.” De acordo com Leônidas, Sarney concordou e ambos deram o caso por encerrado.

Quais seriam as “necessidades” a que se refere Leônidas? É o próprio general quem explica: atos de “revanchismo” contra as Forças Armadas por parte de “quem perdeu a guerra”. “Naquele tempo (em que o livro foi feito), não havia o que acontece agora, um revanchismo sem propósito”, afirma ele. “No meu período como ministro (1985-90), não houve nenhum problema dessa natureza, essas ‘mães não-sei-do-quê’, (grupos do tipo) Tortura: nunca mais.”

Leônidas confirma que partiu dele a ordem para fazer o livro. Diz, porém, que não ficou com nenhum exemplar. “O livro foi feito pelo CIE (Centro de Informações do Exército, serviço secreto da Força) com base nos documentos que o órgão dispunha”, afirma. O general é categórico ao comentar a suposta destruição de documentos do CIE, que, segundo vem argumentando o Exército nos últimos anos, impediria a divulgação de informações referentes ao combate às guerrilhas urbana e rural nas décadas de 1960 e 1970: “Foram queimados coisa nenhuma”.

Na opinião de Leônidas, o Exército não tinha a obrigação de mostrar o “livro negro” a ninguém, já que a obra não foi publicada. “Isso é passado. Vamos olhar para frente”, sugeriu. O general critica os guerrilheiros do Araguaia — “A pergunta é: o que eles estavam fazendo lá? Fazendo um enclave, que é uma coisa lesa-pátria. O resto é conversa fiada” —, critica antigos companheiros de desaparecidos políticos — “Nós cuidamos dos nossos mortos. Eles deviam ter cuidado dos mortos deles” — e critica também os familiares — “Por que não perguntam o que seus filhos estavam fazendo lá? Por que não perguntam se mereciam ou não mereciam, na luta, serem mortos?”

Ainda em relação ao Araguaia, Leônidas chama de “guerra” o enfrentamento que ocorreu entre as Forças Armadas e os guerrilheiros do PCdoB. “O que resulta de guerra? Morte. Essas coisas são conseqüências muito naturais. Eles (os grupos de esquerda que participaram da luta armada) perderam a guerra e agora querem ganhar no tapetão”, afirma. De acordo com ele, o número de ativistas políticos de esquerda mortos durante o regime militar — cerca de 350 — foi até pequeno se comparado ao que aconteceu nas ditaduras do Chile, 3 mil mortos, e Argentina, 30 mil mortos. “Nossa vitória, do ponto de vista de (perda de) vidas humanas, foi muito sóbria.” Por fim, conclui: “Na guerra só há uma coisa bonita: a vitória. O resto não é bonito”.

REDE PÚBLICA DE TV ( TV PT, por enquanto)

Abril 9th, 2007

SAIU A PROGRAMAÇÃO DA REDE PÚBLICA DE TV.

Acaba de ser divulgada a programação da Rede pública de TV:

6:30 MST Rural - Apresentação José Rainha e João Pedro Stédile.

7:00 Quatro Dedos de Prosa - papo-cabeça com o Presidente Lula.

8:00 Moda Brasil - Apresentação Marisa Letícia, hoje com episódio sobre bolsas (família, esmola, bandido, etc...).

9:00 Turismo Sexual - Com a sexóloga/ministra Marta Suplicy.

10:00 Filme: Apertem os Cintos, os Controladores de voô, as companhias aéreas e até o aeroporto sumiram - estrelando Valdir Pires e Grande Elenco.

12:00 PAC Man - Estrelando Guido Mantega.

13:00 Casos de Polícia - Com Roberto Jefferson, José Dirceu, Delúbio Soares, Antônio Pallocci, o Churrasqueiro, etc..., etc..., etc...

14:00 A Escolinha do Professor Luizinho - Com o próprio.

15:00 Filme: Querida estiquei o PIB - com o ganhador do "Oscar" - Lula da Silva.

17:00 Sessão Contos de Fada: Episódio de hoje: "Nunca na História desse País" - Narração - Lulinha paz e amor.

19:00 Pequenas Empresas Grandes Negócios - Como ficar milionário em um mandato - A incrível História do monitor de Zoológico que se tornou mega-empresário do dia para a noite - Estrelando: Lulinha.

19:30 "O gás acabou" com Evo Morales.

20:00 Jornal Sensacional.

21:00 Novela: "Páginas do Diário Oficial".

22:00 Filme: "Os bom companhêro" - Com Lula de novo.

23:00 Mini-série: Voltas ao mundo em 8 anos.

00:00 Filosofando - Apresentação, Luís Inácio.

2:00 Filme: "O Estado Sou Eu - A história de Luís XIII do Brasil" - Estrelando: é Lula de novo.

4:00 MST na madrugada - Ao vivo do pontal do Paranapanema.

"TV DO EXECUTIVO - 24 HORAS NO AR"
(Quer dizer, se não houver pobrema com os controladores de voô).

DESFECHO (será?) do MOTIM e quem "paga o pato" mais uma vez...

Abril 9th, 2007

O Governo conseguiu, com uma série de erros, desagradar os dois envolvidos na briga: os sargentos (que fazem o controle de vôo) e os oficiais da Aeronáutica. Mas o plano para resolver a situação já está delineado:

1 – Reabre-se a concorrência para reequipamento da Força Aérea, desta vez com caças de última geração – os Rafale, franceses, e os Sukhoi, russos, são os que despertam mais atenção. É negócio para alguns bilhões de dólares.

2 – Devem ser retomados os investimentos na Imbel (que produz armas para o Exército) e em Iperó (centro de excelência tecnológica da Marinha).

3 – Iniciam-se os estudos para a desmilitarização do controle de vôo. É coisa para sete, oito anos; e envolve no mínimo a duplicação do equipamento atual, já que o controle dos vôos militares continua sob responsabilidade da Força Aérea.

4 – Três ou quatro inquéritos policiais-militares (três já instaurados, o quarto muito provável) levarão à punição de controladores de vôo que se amotinaram. Com isso, demonstra-se que a indisciplina não será tolerada de forma alguma.

5 – Um projeto de anistia será apresentado no Congresso e aprovado pela maioria governista. Ninguém é punido, mas salvam-se as aparências.

Todos ganham? Não, nem todos: O passageiro continuará dependendo das chuvas, do trânsito para o aeroporto (metrô ou ferrovia expressa? Você está pensando que vive na Europa?), de caixas pretas que não podem ser abertas, de overbookings e poltronas apertadas. Mas o passageiro é apenas um detalhe em toda esta trapalhada do atual governo.

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